


Quanto custa um ‘upgrade’ de carro
Saiba quando vale a pena investir um pouco mais para ter um modelo ou versão superior
É comum ficar tentado a pagar um pouco mais que o previsto para ter um produto superior. No mundo dos carros, a tentação é forte. O cliente pode sair de casa com uma ideia em mente, mas, ao chegar à concessionária, ver uma versão mais bem equipada, ou um produto melhor, e considerar levá-lo.
Porém, como os valores em questão são muito
Por R$ 77.200, tem motor de 135 cv, 10 cv a mais que o do Fiesta, e interior e porta-malas mais espaçosos. Porém, não traz câmbio automático.
superiores aos de uma televisão ou aspirador de pó, o consumidor deve ficar atento à diferença de preço, que nem sempre compensa o “upgrade”. Vale questionar a real necessidade de um modelo maior ou mais potente para justificar o investimento.
Em alguns casos, a diferença pode superar os 30%, a exemplo dos VW Golf Comfortline 1.0 e Highline 1.4.
No entanto, levar o carro mais caro também pode significar ter em mãos um modelo mais atual, como o Jeep Compass, que tem itens de conveniência mais interessantes e não disponíveis no irmão menor, Renegade – como uma central multimídia com tela de oito polegadas. Confira, nas imagens, outros exemplos de “upgrades” automotivos.
É comum ficar tentado a pagar um pouco mais que o previsto para ter um produto superior. No mundo dos carros, a tentação é forte. O cliente pode sair de casa com uma ideia em mente, mas, ao chegar à concessionária, ver uma versão mais bem equipada, ou um produto melhor, e considerar levá-lo.
Porém, como os valores em questão são muito superiores aos de uma televisão ou aspirador de pó, o consumidor deve ficar atento à diferença de preço, que nem sempre compensa o “upgrade”. Vale questionar a real necessidade de um modelo maior ou mais potente para justificar o investimento.
Em alguns casos, a diferença pode superar os 30%, a exemplo dos VW Golf Comfortline 1.0 e Highline 1.4.
No entanto, levar o carro mais caro também pode significar ter em mãos um modelo mais atual, como o Jeep Compass, que tem itens de conveniência mais interessantes e não disponíveis no irmão menor, Renegade – como uma central multimídia com tela de oito polegadas. Confira, nas imagens, outros exemplos de “upgrades” automotivos.
É comum ficar tentado a pagar um pouco mais que o previsto para ter um produto superior. No mundo dos carros, a tentação é forte. O cliente pode sair de casa com uma ideia em mente, mas, ao chegar à concessionária, ver uma versão mais bem equipada, ou um produto melhor, e considerar levá-lo.
Porém, como os valores em questão são muito superiores aos de uma televisão ou aspirador de pó, o consumidor deve ficar atento à diferença de preço, que nem sempre compensa o “upgrade”. Vale questionar a real necessidade de um modelo
maior ou mais potente para justificar o investimento.
Em alguns casos, a diferença pode superar os 30%, a exemplo dos VW Golf Comfortline 1.0 e Highline 1.4.
No entanto, levar o carro mais caro também pode significar ter em mãos um modelo mais atual, como o Jeep Compass, que tem itens de conveniência mais interessantes e não disponíveis no irmão menor, Renegade – como uma central multimídia com tela de oito polegadas. Confira, nas imagens, outros exemplos de “upgrades” automotivos.

A versão de topo do Fiesta tem motor 1.0 turbo e câmbio de dupla embreagem por R$ 73.990. Há ainda sete air bags e controle de estabilidade.



O Renegade intermediário (R$ 92.990) é até bem equipado, mas o motor 1.8 flexível dá desempenho apenas mediano ao utilitário.
A R$ 112.490, tem motor 2.0 melhor, assim como o sistema multimídia. Além disso, é mais espaçoso e com amplitude maior no porta-malas.
FORD
SERGIO CASTRO/ESTADÃO
NILTON FUKUDA/ESTADÃO
DANIEL TEIXEIRA/ESTADÃO
Igor Macário
igor.macario@estadao.com





